Alimentação

A Alimentação do Praticante de Yiquan – Recomendação

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Nenhuma proteína da carne é insubstituível, isto é um mito, organismo sintetiza muitas das proteínas necessárias ao bom funcionamento do organismo.

A alimentação do Praticante de Yiquan – Recomendação
Ser vegetariano não é uma obrigação, mas algo recomendável para praticantes que desejam evitar certos problemas de saúde, sejam físicos ou emocionais. Não se trata de uma opção de alimentação filosófica ou modismo, mas de um comportamento realmente conveniente e benéfico se adequadamente adotada, ninguém é obrigado a seguir essa orientação, nem todos os praticantes precisam seguir este tipo alimentação a risca, as questões que mais atrapalham a adoção deste tipo de dieta são o custo e a dificuldade de se obter certos alimentos.

Uma dica é basear a alimentação em frutas e legumes e eliminar gradativamente as carnes, em primeiro lugar as ‘vermelhas’, e gradativamente substituindo-as pela de aves e finalmente a de peixes, substituindo tudo que for de origem animal por derivados de soja e outros grãos. Para aqueles que é muito difícil deixar o hábito de comer carne, apenas a substitua por outras mais leves, dia a dia você se afastará deste hábito ruim e sem sofrer transtornos.

VEGETARIANISMO – Um assunto polêmico
Ser vegetariano é algo que nos fascina. Algumas vezes encarado como uma opção filosófica, outras como um modismo conveniente, outras como necessidade absoluta, mas sempre muito mal entendido.
De uma coisa eu tenho certeza: trata-se de uma decisão que precisa de MUITO esclarecimento. Estudar, conhecer as várias formas de praticar o vegetarianismo, saber dos pontos frágeis desta dinâmica, se autoconhecer para realizar as adaptações pertinentes ao indivíduo. Enfim, não se trata de uma decisão intempestiva, mas de algo planejado e muito consciente.
Prefiro mil vezes uma pessoa que decide ser vegetariana de forma gradual, do que aquelas que transformam-se de forma rápida e radical. As chances de sucesso da primeira costumam ser infinitamente maiores do que as da segunda.

Vejamos:
É considerada vegetariana a pessoa que elimina de seu cardápio o consumo de todo tipo de carne (boi, frango, peixe, frutos do mar). Os motivos que levam uma pessoa a adotar uma dieta vegetariana são diversos. Entre eles estão a saúde, o meio ambiente, a compaixão pelos animais e a religião.

Existem várias formas de vegetarianismo, classificadas de acordo com o grau de restrição de alimentos:
Ovo-Lacto-Vegetarianos: Consomem além dos vegetais e cereais integrais os ovos, leite e seus derivados. É a forma mais comum de vegetarianismo.
Lacto-Vegetarianos: Consomem além dos vegetais e cereais integrais o leite e seus derivados. Não consomem ovos. Esta é a característica alimentar da maioria da população indiana.
Vegans ou Vegetarianos Puros: Não consomem nenhum produto de origem animal, inclusive ovos, leite e derivados, gelatina animal e mel. Os vegans vão ainda além da questão alimentar, abstendo-se também do consumo de lã, couro e cosméticos que contenham derivados animais ou que tenham sido testados em animais. É a forma mais completa e mais difícil de aplicar o vegetarianismo.

Observar que o vegetarianismo é de uma certa forma, uma aliança com a natureza e o natural. Portanto cereais refinados e produtos industrializados são evitados ao máximo.
Pessoas que incluem carnes em sua alimentação são chamadas de ONÍVORAS.
Assim, pessoas onívoras podem se transformar em vegetarianos de forma bastante amorosa, reduzindo gradativamente o consumo de carnes, iniciando pela redução mais intensa das carnes vermelhas e de suínos, e selecionando as opções de carne mais brancas ou de pescado. Além das formas de preparo mais sadias como o grelhar, ao forno, ao vapor, etc.
Na seleção do leite e seus derivados, a opção recai para os desnatados e/ou leite e derivados da soja. A redução no consumo de ovos, em caso de interesse, também poderá ser facilmente implementada, ou somente otimizar as formas de preparo.
Na seleção dos cereais, deverá acontecer uma redução evidente dos refinados, com preferência absoluta pelos integrais.

Estudos científicos constantemente provam os benefícios que uma dieta vegetariana proporciona, que vão desde melhor desempenho nos esportes à reversão de inúmeras doenças, principalmente as de estômago, intestino, alergias, imunidade, infertilidade e coração:
Controle de Peso: Uma dieta isenta de carnes, ovos, leite e derivados é pobre em gordura animal, o que reduz o conteúdo calórico da refeição. Além disto, o maior teor de fibras do vegetarianismo também contribui para a redução e manutenção do peso ideal. Para obter a mesma quantidade de calorias, a pessoa precisa ingerir uma quantidade maior de alimentos, o que possibilita mais saciedade com menos calorias.

Redução do risco de doenças do coração: Por ser uma alimentação pobre em gordura animal, apresenta baixo risco de colesterol elevado. Além disso, a abundância de fibras também ajuda o organismo a eliminar não só o colesterol excessivo, mas na desintoxicação como um todo.
Redução do risco de desenvolver câncer: Os alimentos de origem vegetal são muito ricos em vitaminas, sais minerais, fitormônios, oligoelementos e vitalidade, que são de fundamental importância para a saúde das células, órgãos e sistemas. A baixa quantidade de gordura animal e a abundância de fibras presentes nos vegetais também contribuem para a redução do risco de desenvolver várias formas de câncer.

Outros benefícios: Melhora a disposição e energia, possibilita a descoberta de novos alimentos, reduz o risco ou amenizar os efeitos de doenças degenerativas como osteoporose, obesidade e hipertensão, reduz os sintomas ou elimina alergias e artrites, evita sofrimento de animais, reduz as agressões ao meio ambiente…

Uma dieta vegetariana é um passo obrigatório no caminho de uma vida saudável!
Muitos se perguntam o que resta para um vegetariano puro (vegan) comer já que ele elimina todos os alimentos de origem animal de sua alimentação. Veja só quantos alimentos ainda sobram:
Vegetais: folhas, legumes, brotos…
Tubérculos: cenoura, beterraba, bardana, mandiocas, inhame, cará…
Cereais: arroz integral, trigo, aveia, milho…
Leguminosas: feijão, lentilha, grão-de-bico, soja, ervilha…
Frutos oleaginosos (também chamadas sementes oleaginosas): azeitonas, castanhas, semente de abóbora, gergelim, girassol, avelã, amêndoas, abacate…
Frutas: Todas.

Enfim, tudo que é vegetal. Dá pra comer bem, não dá? Os ovo-lacto-vegetarianos ainda incluem em seus cardápios os ovos, o leite e seus derivados.
O mais provável é que a dieta vegetariana traga muitos benefícios para quem a pratica, mas alguns cuidados são necessários.

Em primeiro lugar, a pessoa deve procurar a orientação profissional de um nutricionista, dentre os poucos que se especializam em dietas vegetarianas ou alternativas.
A informação é a principal arma de quem busca adotar uma dieta vegetariana. É preciso conhecer novos alimentos, aprender novas receitas e saber quais são as fontes dos nutrientes mais importantes. Quanto mais informada a pessoa estiver, mais apta ela estará a discernir entre fatos e mitos, o que é muito importante quando se trata de nutrição vegetariana.

Uma das questões mais rodeadas de mitos no vegetarianismo é a questão em torno da proteína. Os alimentos vegetais são capazes de suprir o organismo com toda a proteína necessária, seja para uma criança, um idoso ou até mesmo um atleta. Na verdade, existem muitos atletas vegetarianos famosos, como Emerson Fittipaldi, Éder Jofre, Carl Lewis…

Vale saber também que existem muitas crianças vegetarianas (e até mesmo vegans) e elas podem crescer saudáveis e felizes neste estilo alimentar desde o nascimento. Neste caso, alguns cuidados especiais devem ser observados e se torna ainda mais importante a presença de um profissional especializado em nutrição vegetariana.

Boas fontes de proteína são as leguminosas (feijão, soja, grão-de-bico, ervilha, lentilha), os frutos oleaginosos e o brócolis.
O ferro é outro nutriente polêmico da alimentação vegetariana e igualmente rodeado de mitos. Será que o vegetariano corre risco de anemia por não consumir carne vermelha? É verdade que a carne vermelha tem muito ferro, mais ferro que os vegetais em geral, mas isto não significa que os vegetais não possam suprir as necessidades de ferro do organismo. Desde que se assegure que alguns estejam presentes na dieta, o vegetariano pode ficar tranqüilo. Boas fontes de ferro são: soja, tofu (queijo de soja), feijão, vegetais de folha verde-escura (brócolis, couve), amêndoas, semente de girassol, damasco seco e figo seco. Uma dica importante é que o ferro de origem vegetal precisa de vitamina C para ser melhor absorvido e fixado. Portanto, é hora de usar o limão em todas as receitas.

HIDRATAÇÃO

Beber água é um hábito saudável que deve ser desenvolvido por todas as pessoas. Todos nós sabemos o quanto é importante uma ingestão adequada de água diariamente, mas quase sempre negligenciamos.

O próprio corpo humano é constituído de 60 a 85% de água (varia com a idade e o teor de gordura corporal), que hidrata, lubrifica, controla a temperatura, transporta nutrientes, elimina toxinas e repõe energias, entre outras inúmeras funções.
Se uma pessoa beber 1 copo de 150 ml de líquido/hora (água, chá de ervas ou suco fresco) durante as suas 16 horas (média) desperta, serão 2,4 litros. Isto porque a água deve ser ingerida independente da sede, de forma constante e homeopática..

Não adianta deixar para tomar os 2 a 3 litros necessários diariamente de uma só vez. E, pior ainda, na hora errada. A maioria das pessoas só lembram de ingerir líquidos na hora das refeições principais.

Estudos mostram que o estômago capacita apenas 12 ml/kg/hora, ou seja um adulto não conseguirá tomar mais de um litro de uma só vez sem “passar mal”. Poderá ter uma hemorragia estomacal.
Por outro lado, existem pessoas que detestam ingerir água e outros líquidos. Neste caso, a possibilidade de surgirem problemas de intestino preso, intoxicações várias, queda de cabelos, problemas de pele, queda imunológica freqüente e até enxaqueca é real.

Veja o que acontece normalmente num organismo mal hidratado por longos períodos:
• Desvitalização dos cabelos, com queda e enfraquecimento dos pêlos;
• Descamação do couro cabeludo;
• Distúrbios de concentração, memória e sono (um cérebro desidratado não funciona);
• Enxaqueca pela elevada viscosidade do sangue;
• Dificuldades renais;
• Ressecamento dos olhos e tecido das vias aéreas (sofrem lesões por fragilidade), tornando-se mais propensos a inflamações e infecções como conjuntivite, sinusite, bronquite, asma e pneumonia;
• Lesões da pele com aparecimento de cravos e espinhas (acúmulo de toxinas no sangue);
• Baixa produção de saliva, provocando dificuldades digestivas;
• Distúrbio no aproveitamento adequado de vitaminas e sais minerais (excesso em alguns sítios e falta em outros pela dificuldade de transporte), levando a cãibras, dormências, perdas de força muscular, problemas ósseos e dentários;
• Dificuldades respiratórias, sobretudo durante os exercícios físicos, porque é o vapor d’água que transporta o oxigênio nos pulmões;
• Intestino preso, às vezes com sangramento retal;
• Impotência ou disfunções eréteis ou, no caso das mulheres, sangramentos vaginais.

É certo que os alimentos biogênicos e bioativos, mesmo cozidos, são riquíssimos em água, mas eles devem estar presentes na alimentação num mínimo de 50%, além do consumo periódico de água, chás e sucos frescos.

Uma forma de se observar se a quantidade de água é adequada, é pela cor da urina, que deve ser incolor. Quanto mais amarela (marrom) e de forte odor, pior está a hidratação diária.
Mas a hora de beber líquidos é importante. Evitar a ingestão de líquidos durante as refeições principais. O certo é 30 minutos antes e 60 minutos após para não prejudicar a digestão.
Importante: Qualquer tratamento de cura depende de um corpo hidratado e desintoxicado para surtir o efeito desejado.

Fontes: Soja e as sementes que curam – Conceição Trucom – Um livro esclarecedor e de receitas.
Alimentação Desintoxicante – Conceição Trucom – Um livro de auto-ajuda, esclarecedor e de receitas.

www.guiavegano.com.br

www.larvegetarianovegan.com.br

Dúvidas sobre pão integral? Especialista responde

22/10/2010


Teste e verifique por sua própria conta, blogger…


Os pães com rótulos de integrais estão cada vez mais presentes nas prateleiras dos supermercados. Mas o consumo desse tipo de alimento faz mesmo bem para o corpo? E como saber se o pão que você consome é realmente integral ou apenas foi rotulado para entrar na onda dos alimentos saudáveis?

Dúvidas sobre pão integral? Especialista respondeKatia Cristina Andrade, pesquisadora da área de Nutrição Humana e professora dos cursos de nutrição e enfermagem da USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul), responde a algumas questões sobre o pão integral.

Por que pão integral é bom para a saúde?

No geral, e não apenas os pães integrais, todos os cereais integrais têm em sua composição maior quantidade de vitaminas, minerais e fibras. Isso ocorre porque toda farinha integral não sofreu o processo de beneficiamento, que retira as partes externas do grão onde estão esses nutrientes. Essa composição ajuda no funcionamento intestinal e também proporciona àqueles indivíduos que desejam emagrecer uma maior saciedade. Além disso, as fibras contidas nesses alimentos auxiliam no controle da glicemia e também do colesterol.

Como saber se o produto que se consome é integral?

Para se saber se um pão é integral, devemos sempre ler o rótulo que informa os ingredientes contidos no preparo do alimento e que, nesse caso, deve ter em sua composição a farinha integral ou de centeio ou outro ingrediente alegado na embalagem.

Qual a diferença entre produtos feitos com farinha integral e farinha tradicional, por exemplo?

Esse grão integral, ou seja, que não foi beneficiado, demora mais no processo de digestão e com isso proporciona mais saciedade e é absorvido mais lentamente, o que facilita no controle da glicemia e também na perda de peso.

Quais os benefícios para a saúde do consumo desse tipo de produto?

Os benefícios ficam por conta da composição nutricional, ou seja, um pão integral fornece muito mais nutrientes do que aqueles elaborados com a farinha tradicional. Tais nutrientes ajudam nos processos citados anteriormente.

Como saber se o produto tem porcentagem de farinhas ou grãos integrais o suficiente para ser realmente classificado como integral?

No Brasil não há estabelecida uma legislação específica. Já se cogitou que para ser integral deveria ter no mínimo 50% de farinha integral, mas hoje isso não ocorre. Existem países, como os Estados Unidos, em que esta determinação é obrigatória (51% da farinha integral na composição). Novamente, ler o rótulo e os ingredientes que compõem a formulação do pão é a maneira de se informar quanto à sua real composição. Preste atenção, pois o primeiro ingrediente que aparece na lista é o que tem em maior quantidade.

O que é a chamada “farinha enriquecida” que alguns alimentos ditos integrais têm em sua formulação?

A farinha enriquecida é a farinha com ferro e ácido fólico – hoje é obrigatório que seja assim. Todos os pães, biscoitos e produtos feitos com farinha são elaborados com essa farinha enriquecida. Ou seja, isso não é um diferencial do produto, mas uma obrigação. E os produtos que são categorizados como integrais, mas que não contêm farinha integral, apenas a farinha enriquecida, não têm nenhum diferencial para o produto normal com os mesmos ingredientes.

por Enio Rodrigo

Caso sua dieta não seja bem balanceada evite deixar de comer carne por muito tempo. Você pode engordar. Portanto evite farinhas e pães e queijos. O leite sempre fervido, queijo branco deve ser cozido. Nunca utilize muzzarelas ou carnes sem cozimento mesmo mortadela. Os fungos são um problema estão até nos refrigerantes se estiver sem disposição para nada, procure um médico urgente pode ser um virus presente em vegetais e podem ter contaminado sua região propositadamente e pode ser confundido com anemia. Então procurem um médico com urgencia e explique a situação se não melhorar procure a policia então avise alguém ou vá acompanhado ao hospital. Não deixe barato estamos em época perigosa.

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