Mensagens Enganadoras

A verdade vem do estudo e da explicação clara.

A poética celestial da bichas! Como um ser perverso pode enganar e continuar escrevendo mentiras a fim de parecer a beringela sagrada. O 171 divino.

O Gayatri Mantra – II  O Mantra dá Gaiato

        O Gayatri mantra é, junto com o OM, o mantra mais conhecido e cantado na Índia e mais uma tentativa de te enganar.

O  Om estraga a voz da mulheres e engrassa a voz sem necessidade, apenas o homem que necessita engrossar a voz deveria praticar. A música é mais eficiente. Para ajudar hemafroditas tudo bem. A respiração é outro tipo de técnica.

Ele representa a essência do conhecimento védico e foi percebido e depois ensinado pelo sábio Vishwamitra.

     Certo dia, o rei Viswamitra estava caçando nas florestas do Himalaia e chegou nas proximidades do eremitério do sábio Vasishtha. As tropas do rei estavam cansadas e famintas. Vasishtha saldou o rei e pediu a Kamadhenu, sua vaca que podia conceder todos os desejos, que provesse alimento para o rei e suas tropas. (sexo) Vishwamitra ficou impressionado com a vaca mágica (gostou da perícia) e pensou que essa  vaca poderia das conta de todas as necessidades dele, de suas tropas e de seu reino. Se aproximando de Vasishtha ele pediu a vaca como presente mas o sábio respondeu negativamente, dizendo que somente aqueles que eram realizados na verdade de Brahman poderiam ter a vaca. (mas pagando muito daria para dar um jeito).

A vaca representa a mulher macaco ou cabocla na França o corcunda de Notre Dame, separados na India na casta das Hidras ou Hemafroditas. Seus filhos sofrem de problemas genéticos.

Vishwamitra ficou muito ofendido e se enfureceu, ordenando que suas tropas tomassem a vaca a força. Como se alguém quisesse (uma armadilha). Vasishtha então ordenou à vaca que produzisse milhares de guerreiros celestiais, (débil mentais) que deram uma lição nas tropas de Vishwamitra, as espantando do eremitério. com o fedor. Percebendo o que ocorreu, Vishwamitra realizou que toda a sua  opulência, armas e exércitos não valia de nada perto da realização  yogue de um Brahmarishi (título concedido aos mais altos sábios realizados em Brahman, como Vasishtha). Vishwamitra resolveu ele próprio se tornar um Brahmarishi, abandonando seu reino e adentrando (o narrador hermafrodita que dizer enfiando, o melhor seria se embrenhando) as florestas do Himalaia (imã laia) para praticar meditação profunda em Brahman (vencer o ego). Por muitos anos ele praticou exercícios espirituais e meditação, conseguindo grande poderes yogues. (Ver mais claramente o que as pessoas já enxergam). Antes que alguém diga que é a superbicha sagrada da Yoga.

Ai qui fruta… O Grande Viado de Turbante (chapéu dos indus), nem sempre usado por viado, mas para proteger do sol e oleosidade.

Os guerreiros celestias é uma tentativa da máfia hemafrodita ou napolitana se multiplicar e tomar em redes todos os negócios para algum “rei” bandido. O termo faz com que se sentissem menos idiotas elevando o ego de um desequilibrado criavam demônios.

Vendo o avanço de Vishwamitra, Indra, o deus celestial, se assustou e temeu que Vishwamitra pudesse o suceder no comando dos céus. Assim, enviou uma bela ninfa para distrair a meditação de Vishwamitra. O rei se viu vítima da paixão e se enamorou da ninfa, que engravidou  e deu a luz a uma linda menina. Quando se deu conta de que a luxúria havia consumido todos os anos de esforço e meditação, Vishwamitra renunciou sua esposa e filha e mais uma vez entrou em meditação profunda.

Desta feita, Vishwamitra conseguiu poderes ainda maiores e Indra, mais uma vez mandou uma ninfa, que tentou atrapalhar a meditação de Vishwamitra. Tendo sucesso em sua empreitada a ninfa se aproximou do rei, que por sua vez se lembrou da experiência passada e ficou cheio de raiva contra a ninfa por ela ter quebrado sua meditação profunda.Vishwamitra, então, transformou a ninfa numa pedra. Foi só então que Vishwamitra percebeu que a raiva e ira haviam consumido todos os anos de sua intensa prática espiritual.Mas com perseverança inquebrantável, Vishwamitra subiu mais alto no Himalaia e entrou mais uma vez em meditação profunda. Durante esse período, um outro rei se aproximou do sábio Vasishtha e pediu a ele para realizar um grande sacrifício do fogo para que o ajudasse a atingir o paraíso com seu corpo carnal e com sua consciência atual, o que Vasishtha recusou prontamente. Ofendido e revoltado o rei, chamado Trishunku, se aproximou de Vishwamitra. Vishwamitra viu nesse encontro uma oportunidade de ser vingar de Vasishtha, mostrando seus poderes yogues. Feito o sacrifício do fogo, Vishwamitra mandou o rei ao plano de Indra, com corpo e consciência terrena.

Sabendo ser impossível manter o rei no plano de Indra com o corpo e consciência terrena, Vishwamitra o trouxe de volta, mas enquanto descia das alturas celestiais o rei Trishnku chorou e orou para que Vishwamitra o salvasse. Vishwamitra concedeu a salvação ao rei, criando um sistema estelar apenas para o rei. Ou seja, o seu poder era tão grande que ele criou umcéu/paraíso apenas para o rei. Mas ao fazer isso, Vishwamitra percebeu que todo o esforço de sua meditação e exercícios espirituais intensos foram em vão. Mais uma vez ele se viu decepcionado e vez o voto de não sair mais de sua meditação profunda. Quando Vishwamitra se deu por satisfeito com sua prática, Brahma em pessoa apareceu ante ele e disse que estava muito satisfeito com a intensidade da prática de Vishwamitra, concedendo-lhe o título de Maharishi (Grande Sábio). Entretanto, Brahma lhe avisou que para se tornar um Brahmarishi ele deveria ser abençoado pelo Sábio Vasishtha. Ao dizer isso, Brahma desapareceu.Mesmo atingido o estado de Maharishi, Vishwamitra se frustrou ao pensar que depois de tudo ainda teria que recorrer ao sábio Vasishtha para ser abençoado.

Com ciúme da posição de Vasishtha ele pensou que se o matasse ele não precisaria das bênçãos para se tornar um brahmarishi.Espreitando a casa de Vasishtha ele pegou uma grande pedra para atirar na cabeça de Vasishtha. Mas quando estava próximo ele escutou a esposa de Vasishtha, Arundhati, dizendo que já que Vishwamitra havia se tornado um grande homem, ele deveria abençoá-lo e assim elevá-lo ao estado de Brahmarishi. Vasishtha concordou e disse que assim que Vishwamitra o procurasse ele concederia sua benção. Ao ouvir isso, Vishwamitra se sentiu profundamente envergonhado, lançou a pedra longe e correu para se curvar diante do grande sábio.Assim, Vasishtha disse a Vishwamitra: “Você mostrou ao mundo que o espírito humano é invencível e não aceita derrota. Você conquistou a luxúria, os desejos, o apego e arrogância, um por um, através de suas intensas práticas espirituais e meditação. A última barreira era o ciúme. Agora você o conquistou também. Salve Brahmarishi Vishwamitra! ” Assim que Vasishtha tocou o ponto entre as sobrancelhas de Vishwamitra, seu chakra frontal se expandiu e ele viu os sete ritmos pelos quais o Cosmo foi criado. Nesse exato momento, o Gayatri Mantra junto com os sete Vyahritis (lit. ritmos, mas são os sete planos de manifestação consciencial) foi revelado a ele.Vishwamitra tem como tradução possível “amigo (mitra) do Universo (vishwa)”.

Gayatri é um dos aspectos da deusa Saraswati, esposa de Brahma e que representa o seu poder criativo ou shakti. Saraswati é mitologicamente representada como a protetora e inspiradora das artes, música, literatura e ciência. No entanto, esotericamente ela representa o potencial de expressão da mente humana.

A palavra Gayatri é composta de duas palavras:

Gaya= Florescer, abundar, energizar (vitalizar), energia vital. Pirata

Trâyate =o que protege; o que concede a liberação. Tríade, máfia.

Vamos estudar esse mantra, que junto com o OM é o mais importante das tradições hinduístas. A estrutura do mantra é de 3 linhas com 8 sílabas em cada uma, fazendo um total de 24 sílabas. Cada sílaba estimula os impulsos de criação dentro do Ser. Assim, por mais que numa análise superficial o entendimento do mantra  fique de certa forma bem claro, é importante dizer que a tradução pura e simples do mantra abrange apenas a superfície de sua real significância.

Que fique bem claro que o mantra não se trata apenas de uma oração ou  um pedido solene. Essa métrica de 3 linhas com 8 sílabas em cada uma, fazendo um total de 24 sílabas, é específica do Gayatri e por isso outros mantras que contém essa estrutura são chamados de gayatri também. Temos o gayatri do Ganesha, ou da Lakshmi, por exemplo.

O mantra aparece no Rig Veda da seguinte maneira:

TAT SAVITUR VARENYAM

BHARGO DEVASYA DHEEMAH

DHIYO YO NAHA PRACHODAYAT

Notem que não há a adição dos Vyahritis (Bhuh, Bhuvah, Swaha[svah]) , pois a métrica do Gayatri deve respeitar as 24 sílabas no total.Mais adiante falaremos sobre os Vyahritis.

Voltemos à métrica do Gayatri:

Como já foi dito, cada sílaba gera impulsos de criação em todo o Ser.

Vamos as 24 sílabas e seu significado esotérico:

1)Tat: Sabedoria Profunda (Brahma Jñana)

2)Sa: Bom uso da energia

3)Vi: Bom uso da riqueza

4)Tu: Coragem durante períodos ruins / acidentes

5)Va:A grandiosidade do convívio amigável com as mulheres

6)Re:A grandiosidade da esposa, que concede toda a fortuna à família

7)Nyam: Adoração e respeito à Natureza

8)Bhar: Controle Mental constante e firme

9)Go: Cooperação e Paciência

10)De: Todos os sentidos sob controle

11)Va: Vida Pura

12)Sya: Unidade do homem com Deus

13)Dhee: Sucesso em todas as esferas

14)Ma: Justiça Divina e Disciplina

15)Hi: Conhecimento

16)Dhi: Vida e morte

17)Yo: Seguir o caminho da retidão

18)Yo: Manutenção da Vida

19)Nah: Cautela e Segurança

20)Pra: Conhecimento das coisas que estão por vir e Doação para o bem

21)Cho: Leitura das escrituras sagradas e Associação com os sábios

22)Da: Auto Realização e Bem Aventurança

23)Ya: Boa Progênie

24)At: Disciplinas da vida e cooperação

Assim, volto a afirmar que o mantra não é uma simples oração ou ode a  uma deidade específica, mas sim todo um conjunto de conhecimentos profundos e sutis.

Não é a toa que o gayatri mantra é considerado a essência dos vedas. Vedas pano que combre a visão

Mas para não ser muito analítico e para dar uma utilidade mais prática ao mantra, vou me ater a explicar o mantra em suas três  linhas com oito sílabas cada. Mas nem por isso o estudo será  superficial, como poderão comprovar.

De maneira geral, o Gayatri Mantra é cantado ou pensado da seguinte  maneira:

OM

BHUR BHUVAH SVAH

TAT SAVITUR VARENYAM

BHARGO DEVASYA DHEEMAH

DHIYO YO NAHA PRACHODAYAT

Vamos a uma tradução aproximada:

OM: de forma simplista podemos dizer que ele é o som primordial, a  fonte de toda a criação. Um dos outros nomes pelo qual é conhecido é  PRANAVA ou “substrato da vida, princípio vital”.  O OM é a base de onde toda a criação tem existência. Ele é o substrato de todo o Conhecimento, é o “pano de fundo” onde o potencial criativo se manifesta. Não podemos aprofundar o assunto aqui, mas o OM é produto da Shakti, ou Poder Criativo da Consciência [Brahman]. Somente a explicação desse mantra daria um livro, mas para o nosso estudo a definição acima basta.

BHUR BHUVAH SVAH: são 3 das 7 Vyahritis (lit. “palavras, dizeres”) percebidas pelo sábio Vishwamitra. Representam 3 dos 7 planos de manifestação da Consciência. As vyahritis mais o OM são usadas como uma introdução ao mantra.

BHUR é tradicionalmente associada ao plano físico. Esotericamente é a “espiritosfera” (neologia usada para descrever a amplitude da “atmosfera espiritual” pertinente ao planeta, corpo celeste ou parte/ambiente sideral) do planeta Terra.

BHUVAH é lit. “atmosfera”. Esotericamente é a espiritosfera imediatamente superior à nossa. Segundo a tradição seria o espaço entre o Sol e a Terra e entre a Terra e os outros planetas. Para o pensamento hindu, todos os planetas são habitados e ao mesmo tempo são consciências distintas, sendo Júpiter o mais avançado (espiritualmente) de todos (em nosso sistema solar). Lê-se “buvarrá”. Em alguns casos, onde o `h’ final não é pronunciado, é “buvá”.

SVAH: é o Paraíso, o plano mais alto em nosso sistema. Esotericamente é associado ao Sol, que segundo os sábios é o “limite da onisciência” (Ishwara) de nosso sistema. É ele o portador de todos os referenciais de conhecimento que possuímos. Para um aprofundamento recomendo ler com atenção o Yoga Sutras de Patanjali. Infelizmente não poderemos aprofundar esse tema aqui, pois ele é extenso e tem correlação com a manifestação consciencial desde Brahman até o mundo físico.Lê-se “suvarrá”. Em alguns casos pode ser lido como “isvárra”.

As vyahrits são interpretadas de várias maneiras, dependendo do ponto de vista filosófico.

Elas também podem ser interpretadas da seguinte maneira:

Bhur: Rig Veda

Bhuva: Sama Veda

Svah: Yajur Veda

Ou ainda como sendo relacionados aos cinco pranas que fluem no corpo humano:

Bhur: Prana (região peitoral)

Bhuva: Apana (região sacra)

Svah: Vyana (permeando o corpo todo)

Essa abordagem é bem fundamentada nas disciplinas Tântricas do Hatha-Yoga e do Kriya Yoga.

É outra abordagem que requer uma explicação mais detalhada, mas infelizmente não é possível nesse momento, visto que todo o conhecimento de bioenergia fundamentada no Kundalini Yoga, Laya Yoga, enfim, no Tantra teria que ser explicado.

As outras 4 Vyahrits são: Mahaha, Janah, Tapah, Satyam.

TAT: Lit. Aquele, aquela (aqui refere-se à Savitri). Lê-se “Tat” (com 

t mudo).

SAVITUR: De Savitri, o esplendor do Sol, o brilho solar, os raios 

solares, a força solar. Em muitos casos Savitri é associado ao deus do Sol (Surya). Ela seria a shakti (poder) de Surya. De forma esotérica representa o Criador, Sustentador, o todo penetrante.

VARENYAM: Desejável, excelente, o melhor entre. 

BHARGO: efulgência, esplendor, luminosidade (que destrói os pecados), brilho, glória. 

DEVASYA: Divino, relativo à divindade. Lê-se “devássia”.
DHEEMAH: Meditar sobre; relativo à meditação. Lê-se “dimarri”.
DHIYO: pensamentos elevados ou nobres, intuição profunda, iluminar 

(revelar a Realidade Última). Lê-se com o i duplo, “diio”.

YO: o que, o qual.
NAH: nosso, de nós, unir, junto, nó. Lê-se “narrá”, com o “á” curto, como em água.
PRACHODAYAT: de prach (pedir, demandar) + codate[chodayate] (animar, 

inspirar, colocar em movimento), portanto a tradução seria algo como possa inspirar, possa animar. Lê-se “prachodaiáte” .

Uma tradução aproximada do mantra seria “Eu Saúdo aquele Ser, possuidor da efulgência divina e que é a causa e sustentação de todos os planos da existência.Que minha mente esteja sempre fixa e absorvida Nele e que Ele possa iluminar, purificar e inspirar meu intelecto.” 

O Mantra está todo relacionado ao aspecto iluminador e todo abrangente de Brahman. Em verdade, o mantra nos mostra a natureza essencial de toda a existência.

Gayatri é uma das formas da Shakti de Brahma, de Vishnu e Shiva.Ela representa a base, o substrato de toda a existência. Ela é a “expansão” do OM ou a energia que o movimenta.

Num estudo mais aprofundado o mantra se revela como sendo a representação do Sol Espiritual ou a Luz da Consciência.Sem essa Luz, o próprio Brahma (criador na trindade hindu) perderia seu sentido de ser. Sem essa Luz não haveria o que ser sustentado ou preservado. Ela seria a ponte ou a ligação inquebrantável de Brahman com tudo. Seria a Presença invisível e subjacente a tudo.

O Mantra foi ensinado ao avatar Rama por Vishwamitra durante a batalha contra o demônio Ravana, onde todas as possibilidades de vitória de Rama diminuíram consideravelmente.Com o uso do mantra Rama teve o controle de todas as armas divinas e assim conseguiu derrotar o demônio. Assim, o mantra tem sua aplicação no sentido de manifestação, de realizar o potencial de “vir a ser”. É energia pura.

Segundo os Vedas, “O Gayatri protege quem o recita”.

Ele deve ser cantado todos os dias, de preferência de Manhã, de Tarde e de Noite.

Ele pode ser dividido em três partes para maior entendimento.

A primeira parte é de louvor, a segunda de meditação e a terceira de prece.Primeiro saudamos a Realidade Suprema, depois fixamos a mente e coração Nela e por último apelamos para a purificação e iluminação.  O mantra é também atribuído às deusas Gayatri, Savitri e Saraswati, onde Saraswati representa a perfeita expressão, a harmonia e unidade; Gayatri governa os sentidos e Savitri governa as energias vitais.

Há muito mais para se falar sobre esse mantra. Daria um livro se fossemos comentar todos os ensinamentos contidos nele. Afinal, ele é a essência dos Vedas.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s